Crematórios para animais crescem

Para não ver animais no lixo, donos procuram crematórios

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Juliana Padilha e sua cadela Flick, companheira de dez anos

Por consciência ambiental ou pelo desejo de um fim mais digno para os bichos, crematórios para animais crescem

“O relacionamento entre um dono e seu animal de estimação não é muito diferente de qualquer outro. Tem aspectos afetivos, claro, mas também práticos. E, às vezes, quando um e outro se misturam, pode ser difícil administrar. Lidar com a morte de um bichinho é um desses casos: além da perda, que geralmente vem acompanhada de sofrimento (e até muito), muita gente se pega sem saber o que deve fazer em casos assim. Apesar de ainda encontrar resistência de pessoas que se incomodam com a idéia de dar esse tipo de tratamento a animais, a procura pelos estabelecimentos cresce cada vez mais. Luiz Henrique Guimarães Franco, veterinário responsável pelo Pet Memorial, crematório de animais que fica em São Bernardo do Campo (SP) e é o mais antigo da América Latina e maior do mundo, hoje eles realizam 530 cremações por mês. “E esse número tem aumentado todos os anos”, afirma.

Além da cremação, existem outras três possibilidades legais em caso de morte de um animal de estimação. A primeira é entrar em contato com a prefeitura, que em todos os municípios é a responsável por recolher os animais. A segunda é levar o animal para uma clínica veterinária – que é, na verdade, apenas uma versão mais prática da primeira, já que o recolhimento nas clínicas é realizado pela prefeitura. As outras duas são enterro e cremação, ambas condicionadas ao contrato com um estabelecimento autorizado – não é permitido fazer enterros domésticos por causa do risco de contaminação do solo e de lençóis freáticos.

Entre quem acha um absurdo contratar um serviço funeral para um animal de estimação e quem compra até velório e urna de bronze, há um meio-termo que, não raro, acaba se sensibilizando ao descobrir que o destino que o animal recebe ao ser recolhido pela prefeitura é o tratamento de lixo hospitalar. “Fora o cliente que tem esse carinho e quer dar um fim mais digno para o animal, tem o cliente que se preocupa com o cuidado ambiental”, diz Luiz Henrique. Exatamente por isso, os crematórios acabam sendo mais populares que os cemitérios…” Fonte: iG

Ester Jacopetti, especial para o iG

09/06/2011


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